segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Participação do Internet Explorer no mundo fica abaixo dos 50% pela primeira vez
Uma pesquisa da consultoria StatCounter indicou que, pela primeira vez, a participação do Internet Explorer no mercado de navegadores ficou abaixo dos 50%. Segundo o relatório, o browser da Microsoft tem atualmente, 49,87% de share no setor.
“Este é, certamente, um marco na guerra dos navegadores da Internet, comentou Aodhan Cullen, CEO da StatCounter. “Há dois anos, o IE dominou o mercado mundial, com 67% de participação”.
Cullen acrescentou que o acordo da Microsoft com as autoridades de concorrência da Comissão Europeia (UE) foi determinante para esta mudança. O acerto visava oferecer aos usuários do Velho Continente mais escolhas de browsers, sendo que a participação do IE na região ficou abaixo dos 50% a partir de março deste ano.
Ainda na Europa, a quota de mercado do IE caiu para 40,26% em setembro deste ano. No mesmo mês do ano passado, esse número era de 46,44%. Já na América do Norte o browser da MS ainda domina mais da metade do mercado, com 52,3%, seguido pelo Firefox com 27,21% e o Chrome em 9,87%.
De acordo com o documento, o Firefox segue como o segundo browser mais popular, com 31,5% de participação. Já o Chrome mantém sua tendência de crescimento e mais que triplicou seu share, subindo de 3,69% em setembro de 2009 para 11,54% no mesmo período deste ano. Aliás, a ascensão do navegador da Google na América do Norte também tem impressionado. Em junho deste ano, ele ultrapassou o Safari, da Apple, pela primeira vez.
No Brasil, os dados indicam um cenário semelhante à média mundial. No período analisado (setembro de 2009 a setembro 2010), o IE caiu de 61% para 49%. O Firefox flutuou pouco, de 32,5% para 31,5%. Já o Chrome teve crescimento expressivo, de 5,1% para 17,5%.
O relatório StatCounter Global Stats é baseado em dados agregados coletados pelo StatCounter em uma amostra superior a 15 bilhões de page views por mês, recolhidos em mais de 3 milhões de sites.
FOnte: Rui Maciel, do IDG Now!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Windows XP SP2 pode afetar segurança de 77% das empresas, diz estudo
Três em cada quatro empresas enfrentarão, em breve, riscos de segurança por continuar a usar o Windows XP Service Pack 2 (SP2), segundo um relatório, publicado nesta terça-feira (22/6), da empresa de tecnologia canadense Softchoice.
De acordo com o estudo, 77% das organizações pesquisadas ainda utilizam o XP SP2 em 10% ou mais dos seus PCs. Ao todo, 46% dos 278 mil computadores analisados, ainda dependem do sistema operacional.
A Softchoice obteve dados dos serviços de TI de seus clientes, que inclui ativos, ciclo de vida do hardware e gerenciamento de licenças. Foram analisadas 117 empresas americanas e canadenses da área de educação, de recursos financeiros, da saúde e da indústria transformadora.
Além disso, a empresa acredita que 36% de todos os computadores corporativos ainda rodem o sistema Windows XP SP2.
"Este é um alerta vermelho. Não é algo que se possa ignorar", disse o gerente de desenvolvimento de serviços da Softchoice, Dean Williams.
A Microsoft determinou um prazo final de suporte ao Windows XP SP2, um service pack, que estreou em 2004. A partir de 13 de julho, ele não receberá nenhuma nova atualização de segurança. Nesse momento, os usuários devem realizar migrar para o XP SP3, que terá suporte até abril de 2014.
O Windows XP SP3, foi lançado em maio de 2008, e está disponível como upgrade gratuito para todos os usuários do Windows XP. A Microsoft prometeu apoio ao XP SP3 até 8 de abril de 2014.
O estudo da Softchoice é semelhante aos números divulgados, no mês passado, pela Qualys, no qual, quase metade de todos os computadores corporativos ainda executavam alguma versão do XP SP2.
O Windows XP SP3 pode ser baixado no site da Microsoft, ou obtido a partir da atualização do computador com Windows XP SP2 através do serviço Windows Update.
(Gregg Keizer) Fonte:IDG Now
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Após suicídios, fábrica de iPhones pode fechar as portas na China

E a Foxconn, empresa que produz celulares para a Apple, afirma que não vai mais compensar as famílias de funcionários que tirarem a própria vida; demissões podem chegar a 800 mil
A Foxconn – fabricante de produtos eletrônicos para clientes como Apple, Dell e HP – planeja fechar suas operações na China, em um grande esforço de reestruturação que poderia levar à demissão de 800 mil funcionários.
O site Register foi o primeiro a relatar a notícia, citando um serviço chinês de notícias chamado ON.CC como sua fonte (veja aqui a tradução do Google para português). A informação não foi comprovada até o fechamento desta reportagem.
A fabricante de iPad e iPhone ficou famosa nos últimos meses após uma onda de suicídios em sua enorme fábrica em Shenzhen, na China. Agora, a companhia afirma que está considerando mudar parte sua produção de volta para Taiwan, onde estãos localizados seus escritórios principais.
A Foxconn também ocupou as manchetes ontem, 10/6, após ter anunciado que não vai mais pagar compensação extra para as famílias dos funcionários que cometerem suicídio.
A fabricante de iPhones, Foxconn, pode demitir cerca de 800 mil funcionários na China.
Segundo uma reportagem do site MIC Gadget, o CEO da Foxconn, Guo Tai-min, teria afirmado que os trabalhadores cometeram suicídio pelo dinheiro, e que a companhia não vai mais compensar as famílias dos funcionários que tirarem suas próprias vidas.
Como prova disso, o CEO exibiu o que afirmou ser um bilhete de suicídio escrito por um funcionário. A carta, escrita em chinês, foi traduzida pelo site MIC Gadget: “Mãe, você sempre me disse para morrer, e agora eu vou pular fora da Foxconn. Eu realmente preciso ir. Você não precisa ficar triste: a Foxconn vai te pagar algum dinheiro, e como seu filho, essa é a única forma de te restituir.”
Guo também disse que foi feita uma investigação sobre a Foxconn e sobre as vítimas de suicídio. O levantamento conclui que três deles possuíam doenças mentais, e outros oito tinham problemas emocionais.
Além de encerrar o programa de compensação para as famílias, Tai-ming disse que a Foxconn está considerando mover sua produção principal de volta para Taiwan e utilizar mais produção automatizada – assim como vender os dormitórios da companhia para o governo local para que as autoridades se responsabilizem pelas condições de moradia.
Apple, Intel e HP estão entre as gigantes de tecnologia que terceirizam sua produção na Foxconn na China.
Fonte: http://macworldbrasil.uol.com.br
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Um cartucho reabastecido pode danificar sua impressora?
Suponha que uma grande fabricante te vendesse um carro novinho por, digamos, 500 reais. Você até poderia pensar “Uau! Que ótimo negócio”. Mas haveria uma pegadinha: cada vez que fosse encher o tanque iria te custar 200 reais, e o combustível teria de ser comprado da própria montadora. Em pouco tempo, você teria gasto muito mais em combustível do que com a compra do automóvel.
Essa é uma situação muito parecida com a enfrentada por consumidores que utilizam impressoras de jato de tinta (inkjet). O aparelho é relativamente barato, mas os cartuchos são caros e acabam em pouco tempo. Para economizar tinta, você pode imprimir em menor quantidade ou resolução, mas por que não imprimir a mesma quantidade a um custo menor e ainda ajudar o meio-ambiente? Essa é a promessa feita por fornecedores de cartuchos remanufaturados e reabastecidos. Mas a pergunta é: eles cumprem essa promessa?
Você pode esperar que eu diga, “Cartuchos remanufaturados são uma ótima ideia – esqueça os avisos sobre sua baixa qualidade feitos pelas gananciosas fabricantes de impressoras. Você nunca vai notar a diferença entre os dois.”
Apesar das impressoras serem relativamente baratas, os cartuchos de suas fabricantes geralmente possuem preços altos.
Bom, eu não vou dizer isso. Na última semana eu conversei com executivos dos dois lados – um da HP (Hewlett-Packard) e outro de uma companhia que faz equipamento para produção de cartuchos remanufaturados. Eles foram muito acessíveis e pareceram bastante honestos, considerando que ambos estão no mesmo jogo.
Minha conclusão: você pode economizar cerca de 50% com cartuchos reabastecidos e entre 10% e 20% com cartuchos remanufaturados. Para muitos trabalhos rotineiros de impressão, essa é uma solução perfeitamente aceitável. No entanto, algumas impressões não terão um visual muito bom ou não vão durar por um bom tempo sem perder a cor. E existe a chance de que um cartucho insuficientemente remanufaturado ou reabastecido falhe, cause uma bagunça ou talvez até danifique sua impressora.
E a minha garantia?
Você pode se perguntar se usar um cartucho reabastecido ou remanufaturado vai invalidar a garantia da sua impressora. A resposta para essa pergunta é sim e não, segundo o executivo da HP, Thom Brown, que carrega o título de especialista em tecnologia de mídia e tinta.
O simples fato de usar o cartucho remanufaturado ou reabastecido não anula a garantia, ele explica. Mas – e esse é um buraco bem grande – se o cartucho em questão der problema e danificar sua impressora, você não está coberto.
A diretiva da Lexmark é parecida: “Reabastecer os cartuchos de tinta pode fazer com que eles vazem, dessa maneira, obstruindo ou até danificando a cabeça de impressão (print head). Qualquer dano causado a sua impressora por cartuchos reabastecidos pode não estar dentro da cobertura da sua garantia”, afirma a companhia em seu website.
A probabilidade de comprar um cartucho que arruíne sua impressora – ou ao menos, simplesmente não funcione – é difícil de ser calculada. Brown estima que um de cada três refis não possua o desempenho anunciado. (Ele não está afirmando que todos eles vão danificar sua impressora.)
Enquanto isso, Bill McKernney, CEO da InkTec Zone, que fabrica equipamentos utilizados para abastecer cartuchos, afirma que se deparou com apenas um caso em que um cliente afirma que sua impressora foi destruída e com poucas reclamações de refis com defeito.
E a qualidade de impressão?
Como muitas tecnologias, a impressão inkjet é muito mais complexa do que parece. Explicando de maneira simples, um cartucho possui um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento. As bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel. A composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão.
No linguajar das impressoras, rendimento (yield) refere-se ao número de páginas que um cartucho vai produzir. Os dois lados concordam que cartuchos reabastecidos tendem a render um pouco menos. Em parte, diz McKenney, isso acontece porque um cartucho reabastecido pode armazenar apenas cerca de 95% da quantidade de tinta de um novo. Como os cartuchos são (re)abastecidos inúmeras vezes, o rendimento vai diminuir um pouco mais. O cartucho padrão pode ser reabastecido pelo menos três ou quatro vezes antes de estar pronto para a lata de reciclagem.
Qualidade de impressão, no entanto, é um assunto para debate. O executivo da HP afirma que a diferença entre o cartucho produzido pela sua empresa e o de marcas mais baratas usados pelos consumidores de McKenney é substancial. “Tinta não é só tinta”, explica.
A HP produz diferentes tintas para diferentes tipos de impressoras e trabalhos de impressão. Pequenas variações na fórmula podem reduzir substancialmente a qualidade da impressão, segundo ele, e a companhia gasta uma boa quantidade de tempo e dinheiro para fazer do jeito certo. De fato, um cartucho recém-desenvolvido e sua tinta passam por cerca de mil iterações de testes antes de o desenvolvimento ser finalizado, informa Brown.
McKenney admite que tintas sem marca podem não produzir resultados tão bons quanto equipamentos originais para algumas aplicações mais sofisticadas, “mas você precisaria de um olho muito afiado para notar a diferença”, ele afirma.
Há dois anos, o laboratório da PC World testou cartuchos novos e reabastecidos e descobriu que “cartuchos de tinta terceirizados normalmente custam menos e muitas vezes renderam mais impressões do que seus rivais produzidos pelos fabricantes. Por outro lado, na maioria dos casos, nós confirmamos as alegações dos fabricantes de impressoras de que suas tintas originais produzem imagens com melhor qualidade.”
Quanto à qualidade dos próprios cartuchos, a pesquisa da PC World “tendeu a corroborar as alegações dos fabricantes de impressoras. Os cartuchos das marcas tiveram uma instalação consistente e rodaram sem nenhum problema, enquanto alguns suprimentos terceirizados funcionaram mal ou não funcionaram."
Aí está. Se você quer a melhor qualidade e não quer se preocupar com potenciais danos à sua impressora, use os cartuchos das fabricantes. Mas você provavelmente vai ficar bem – e terá mais dinheiro no bolso – se escolher comprar um reabastecido.
Fonte: PCWorld
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Campanha estimula abandono do Facebook
A campanha estimula usuários da rede social a participar de um cancelamento coletivo de contas. No site do “QuitFacebookDay”, os internautas responsáveis pela idéia explicam que consideram as escolhas de planejamento de privacidade do site pouco justas e complicadas de serem programadas por um usuário médio.
O número de pessoas que se comprometeram a abandonar os serviços do site ainda é baixo quando comparado aos 500 milhões de usuários do Facebook. Entretanto, a ação demonstra o descontentamento dos usuários em relação ao site que, nas últimas semanas ,enfrentou os piores problemas de privacidade desde a criação da rede social, em 2004.
Como tentativa de superar a má fase, Zuckerberg apresentou na semana passada as novas regras de privacidade de dados dos usuários do Facebook. As modificações acontecem logo após as alterações recentes que apenas agravaram mais o processo.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br
terça-feira, 25 de maio de 2010
O que profissionais de TI precisam saber sobre netbooks
Netbooks são laptops pequenos e de baixo custo, caracterizados por telas que medem entre 7 e 12 polegadas e práticos para os usuários interessados em ver os e-mails, navegar na web e utilizar aplicativos online. Fabricantes como Hewlett-Packard (HP), Dell, Acer, Sony e Lenovo já têm modelos desse tipo. Os aparelhos tem sido vendidos, principalmente, para nichos de mercado, como estudantes à procura de um aparelho leve e acessível.
Portáteis, mas para funções específicas
As empresas também estão usando os netbooks, diz o proprietário e CTO (Chief Technology Officer) da Guidance Solutions, Jon Provisor. Para ele, os aparelhos são acessíveis em viagens e apresentações e diz que cerca de 15%, de sua equipe de desenvolvimento de aplicativos móveis, usam os aparelhos. "O que é mais atraente é o preço e a portabilidade", disse Provisor. "No entanto, o poder de processamento, o tamanho da tela e outras limitações têm nos impedido de implementá-los para toda a nossa equipe de desenvolvimento."
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Philips vai reciclar até 200 toneladas de equipamentos no País em 2010
A iniciativa dá continuidade a um projeto-piloto iniciado em Manaus (AM) em janeiro de 2009 que envolveu a reciclagem de 12 toneladas de equipamentos. A capacidade de reciclagem prevista no início do programa é de 200 toneladas em 2010, informa o gerente de serviços ao consumidor da Philips, Marcio Silva.
Todo o processo de reciclagem será realizado pela empresa Oxil, em Paulínia, no interior de São Paulo, que ficará responsável por desmontar os produtos, separar os materiais e a dar a destinação adequada aos componentes. "Plásticos, metais e virdro, por exemplo, são reciclados e vendidos ao mercado", explica Silva.
A Philips não divulga o investimento no projeto, por questões estratégicas, afirma o gerente de serviços ao consumidor. O executivo ressalta que a empresa não tem lucros com o processo e não recebe os componentes reciclados diretamente.
Em um primeiro momento, o programa conta com 40 postos de coleta, que fazem parte da rede autorizada da empresa. "A intenção é aprendermos mais sobre o programa e, nos próximos três meses, ampliarmos a divulgação incluindo outros parceiros", informa o presidente da Philips do Brasil, Marcos Bicudo.
A empresa já possui programas de reciclagem na Europa e na Índia como parte de sua estratégia global EcoVision, que inclui melhorias em eficiência energética e tempo de uso dos produtos. "Nossa meta é que 30% do faturamento global da Philips seja originado de produtos verdes atré 2012", afirma o presidente.
Para entregar seus produtos ao programa, o consumidor deve entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da Philips pelos telefones (11) 2121-0203 (Grande São Paulo) ou 0800-7010203 ou pelo site. A empresa também faz a retirada do produto mediante a cobrança de uma taxa, que pode ser de até 40 reais.
FONTE: IDG Now
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Câmeras de segurança permitem melhor planejamento policial
Segundo o diretor da empresa de automação responsável pelos equipamentos, Wagner Roberto Figueiredo, com acesso as imagens, a autoridade pode planejar com mais eficácia a atuação policial contra os crimes. “Hoje o monitoramento está onde recebe as ligações via 190, isso de forma estratégica. Assim que o policial recebe um chamado ele tem a possibilidade de ver uma ação criminal em tempo real e projetar melhor a atuação. Além de diminuir o confronto com criminosos e agir de forma segura para população”, disse.
O sistema grava imagens 24 horas diárias e elas são arquivadas em um servidor eletrônico que tem capacidade de salvar dados de 30 dias de monitoramento, depois deste período o conteúdo expira. “Temos um software que permite a marcação de característica. Se o policial monitor identificar uma pessoa em atividade suspeita, a exemplo em frente a um estabelecimento comercial, e posteriormente acontecer um assalto, ele poderá buscar no banco de dados se o suspeito do dia anterior possui semelhanças identificadas por testemunhas. É uma pesquisa semelhante ao Google”, explica.
Conforme o secretário de Administração do município, Gerson Araújo, o investimento para execução do novo mecanismo de segurança é do Ministério da Justiça com contrapartida municipal. “Por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) foi investido R$ 1,155 milhão, mais a parte prefeitura na ordem de R$ 155 mil”, disse. Os equipamentos têm alta resolução, mobilidade de 360 graus, capacidade de focalizar a placa de um veículo a 400 metros de distância, e pode localizar objetos a mil metros. “A ideia é coibir a criminalidade”, explica o secretário.
POSTES DE AÇO
Os postes de cimento foram substituídos pelos de aço por uma decisão da Ausec. “Os novos suportes têm tecnologia que permite melhor funcionamento, pois o formato poligonal diminui os movimentos ocasionados pelos ventos, o que poderia comprometer a qualidade das imagens. Essa troca foi custeada pela empresa”, revela o diretor Wagner Roberto.
Fonte: A tribuna Mato grosso
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
A verdade sobre as velocidades de conexões banda larga
Suponha que você tenha ido ao supermercado comprar um quilo de carne para o jantar e, quando chega em casa, nota que o pacote está muito leve. Você volta ao estabelecimento e reclama com o gerente, só para ouvir que o rótulo diz "no máximo um quilo” e que o jeito é se conformar com isso.
Qualquer um ficaria furioso. Mas este estratagema aparentemente ridículo é usado todo dia por provedores de banda larga em todo o país. Não acredita? Verifique seu contrato. No meu caso, a AT&T diz que posso ter velocidades de download de “até” 3 Mbps, e upload de “até” 384 Kbps. O que eu tenho? Velocidades de download que, na média, são cerca de 15% mais lentas, dependendo da hora do dia, e velocidades de upload que são mais ou menos como prometido.
Você pode fazer as contas. Um arquivo grande, como um álbum de fotos ou um backup, que leva 120 minutos para baixar a 3 Mbps, tomará mais 17 minutos a 2,5 Mbps, que é a velocidade real da minha rede.
Ok, talvez não seja o maior problema do mundo, mas por que eu deveria esperar 17 minutos a mais se eu pensava ter pago para evitar isso? E, como descobri, ainda tenho sorte. Muitos consumidores conseguem apenas 50% da velocidade que eles imaginavam ter contratado.
Pouca concorrência
Se nós estivéssemos falando de qualquer outro serviço para o consumidor, você teria a chance de fazer negócio com um concorrente. Mas não em banda larga. Segundo Chris Riley, conselheiro de políticas do gupo de defesa do consumidor Freepress, “96% dos EUA têm no máximo duas escolhas para banda larga”.
Os EUA não sofrem apenas com a ausência de um padrão para um serviço aceitável de banda larga; não há sequer uma definição padrão do que seja banda larga. A FCC tem começado a coletar dados sobre velocidades de conexão por todo o país, como parte do Plano Nacional de Banda Larga. É uma boa ideia, mas ei, é 2010! Por que já não temos essa informação? Por que, como aponta Eric London, da Open Internet Coalition, os provedores de internet podem chamar de banda larga conexões de 90 kbps?
A taxa de 90 kbps soa como relíquia da época de modems analógicos, mas de fato essa é a velocidade que você tem com seu iPhone quando é forçado a se conectar à esclerótica e quase inútil rede Edge da AT&T.
Meta para 2020
Autorizado pelo Congresso americano, o Plano de Banda Larga define inúmeros objetivos para a infraestrutura de dados dos EUA. A mais notável delas promete acesso de 100 Mbps para a maior parte do país em 2020. Para atingir essa meta, a velocidade média das conexões no país deverá ser multiplicada por cinco.
Os dados estão incompletos, mas a FCC cita pesquisas privadas que indicam que os clientes de banda larga não estão recebendo a conexão pela qual pagaram. De fato, os assinantes estão, em média, experimentando velocidades de download que são aproximadamente 40% a 50% inferiores àquelas anunciadas como “até” pelas quais pagaram. As velocidades de upload giram em torno de 45% da anunciada. Tudo indica que a média real de velocidade de download é de 4,1 Mbps.
“Não há desculpa para a indústria usar velocidades com a expressão ‘até’”, disse Joe Ridout, da Consumer Action. “Isso é inútil para os consumidores. A FCC deveria exigir o uso de velocidades médias.”
Marketing tendencioso
O triste é que o marketing tendencioso dos serviços de banda larga não é o único jogo de números projetado para iludir os consumidores. Impressoras são comercializadas como capazes de imprimir “até” um certo número de páginas por minuto – uma velocidade que raramente pode ser atingida no mundo real. De forma similar, os caros cartuchos de tinta são comercializados da mesma forma, e se você pensa que é difícil notar quão rápido sua impressora imprime, tente manter o controle de quantas páginas você consegue obter com um jogo de cartuchos.
Com PCs e câmeras, as coisas são um pouco diferentes. Se a Intel diz que um chip funciona a 1,63 GHz, ele provavelmente o fará. Se sua câmera foi projetada para uma resolução de 10 Mpixels, é o que você terá. No entanto, tem levado um longo tempo para os consumidores olharem por trás desses números e entenderem o que eles realmente significam. Como muitos de nós aprenderam, as velocidades de CPU e os megapixels, por eles mesmos, dizem muito pouco sobre o desempenho de um PC ou a qualidade de uma foto digital no mundo real.
Infelizmente, há questões reais sobre a confiabilidade dos testes de download e de upload. As velocidades de conexão caem drasticamente perto da hora do jantar na maior parte dos EUA, que é quando os consumidores entram na internet.
E os testes são frequentemente inconsistentes. A FCC, por exemplo, tem usado dois provedores: Ookla e M-Lab. Nos testes da minha conexão DSL, eu vi variações relativamente menores nos resultados entre os dois serviços, mas outros mostraram profundas diferenças.
Em um artigo publicado recentemente no Los Angeles Times, o jornalista David Lazarus disse que sua conexão de cabo foi medida por um dos serviços da FCC e atingiu 18 Mbps; alguns segundos depois, a outra reportava velocidade de 6 Mbps. E se você usa um dos inúmeros testes de velocidade em sites privados, sabe que os números podem resultar em qualquer coisa. Minha conexão de 2,5 Mbps (de acordo com a Ookla) caiu para 1,16 Mbps quando medido pelo Shopper.com da Cnet.
E você pensava que seu açougueiro é quem tinha um dedo pesado.
Por Bill Snyder, da CIO/EUA
Publicada em 14 de abril de 2010 às 01h00
Fonte: IDG Now
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Estudo indica: internet móvel dominará o mercado até 2015
O site Mashable mostra os gráficos do aumento do uso de internet móvel em comparação com desktops. A ciclagem e desenvolvimento de novos e melhores aparelhos, assim como a melhoria na transmissão de dados, são fatores preponderantes para o predomínio previsto.
A analista do Morgan Stanley, Mary Meeker, disse que a utilização de celulares cresce em uma velocidade nunca vista para os desktops, conta o site especializado em celulares Into Mobile.
Meeker também afirma que os donos de aparelhos móveis estão cada vez mais dispostos a pagar por conteúdo. O modelo de loja de aplicativos da Apple, por exemplo, está tendo um excelente retorno graças às facilidades de encontrar programas, preços baixos e um prático sistema de pagamento. Espera-se que a cobertura 3G global chegue a 21 % ainda neste ano. No Japão este valor já passa de 96 %, enquanto na Europa Ocidental e nos EUA estes valores são de 54 e 46 %, respectivamente. Já em países do Oriente Médio, África, Ásia, Europa Oriental e America do Sul os valores não ultrapassam um dígito.
A pesquisa do Morgan Stanley também mostra que 48% dos usuários da internet acessam de apenas 5 países (Br asil, EUA, China, Índia e Rússia), que os vídeos são responsáveis por 69% do tráfego de dados móvel e que os games são a maior categoria de aplicativos, tanto nas redes sociais quanto nos dispositivos móveis.
Além disso, o estudo aponta o aumento da popularidade de anúncios e comércio online, o ganho de mercado das plataformas da Apple e Android (e o declínio do Windows Mobile, RIM e Palm) assim como a proliferação das redes sociais que já podem ser acessadas por meio dos smartphones.
Geek
terça-feira, 6 de abril de 2010
Microsoft deve anunciar smartphone nas próximas semanas, dizem fontes
Companhia realizará evento para imprensa na próxima segunda-feira (12).
A Microsoft está prestes a anunciar o lançamento de seus aguardados aparelhos do chamado "Project Pink" no começo da semana que vem, afirmaram fontes próximas ao caso nesta segunda-feira (5).
Os celulares, que serão vendidos pela operadora Verizon Wireless nos Estados Unidos, serão direcionados a usuários de redes sociais, de acordo com as fontes. A Verizon Wireless é uma joint venture entre a empresa de telefonia Verizon Communications e o Vodafone Group.
A Microsoft enviou convites à imprensa para um evento em San Francisco na próxima segunda-feira (12), mas não deu detalhes. Um representante da Verizon Wireless também não quis comentar.
Segundo as fontes, os aparelhos devem ser fabricados pela Sharp. A empresa de eletrônicos japonesa já fabrica outro celular da Microsoft, o Sidekick, bastante popular entre os mais jovens.
A maior fabricante de softwares do mundo já tem seu pé no mercado de telefonia móvel com uma versão de seu sistema operacional Windows para celulares, que vende para diversas fabricantes de aparelhos.
No entanto, a Microsoft vem perdendo sua fatia do mercado para a Apple, o Google e outras empresas que crescem no setor de smartphones.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Haja dados: SamDisk anuncia cartão microSD com 32 GB de capacidade
Apesar de a novidade ser surpreendente, é de que se esperar que fabricantes disponibilizem cartões com cada vez mais espaço para dados. As unidades microSD são muito populares em telefones celulares e smartphones, e cada vez mais as pessoas estão utilizando esses dispositivos para armazenar fotos, vídeos e músicas, gerando um problema: falta de espaço para guardar tudo. Mas com um cartão de 32 GB essa questão deixa de ser um problema.
De acordo com a SanDisk, o dispositivo estará disponível nos Estados Unidos e na Europa a partir desta semana, com preço sugerido de 199,99 dólares. Pelo menos por enquanto, não há qualquer previsão de lançamento oficial do produto no Brasil.
Fonte: InfoWester
terça-feira, 23 de março de 2010
iPad é mais desejado que Kindle, aponta pesquisa da ComScore
Por Daniel dos Santos, Macworld Brasil
Publicada em 23 de março de 2010 às 10h16
Levantamento feito pelo instituto com 2.176 internautas mostra que, mesmo sem ser apenas um leitor eletrônico, ele já lidera a categoria.
A Amazon que se cuide. Pois o iPad veio para brigar com seu leitor de livros eletrônicos. É o que mostra um levantamento que acaba de ser divulgado pelo instituto de pesquisa ComScore.Realizado com 2.176 usuários de Internet, ele mostra que o tablet da Apple é extremamente conhecido e é mais desejado do que qualquer outro leitor de livros eletrônicos, mesmo sem ter sido lançado.
Competindo na pesquisa com produtos que estão há mais tempo no mercado, como Kindle e o Sony Reader, entre outros, o produto da Apple mostrou fôlego. Empatou com o produto da Amazon (65% dos entrevistados conheciam os dois) entre a marca mais conhecida e ficou com a liderança no item “desejo comprar nos próximos três meses”, superando o rival da Amazon em uma disputa apertada (15% a 14%).
segunda-feira, 15 de março de 2010
OLPC doa 2,6 mil "laptops de US$ 100" e aprofunda testes em escolas no Brasil
Dois colégios municipais em SP e RS que já realizam testes com o laptop e outros dois em SC e RJ testarão versão final do XO.
A organização One Laptop Per Child doou 2,6 mil notebooks educacionais XO, conhecidos como “laptop de 100 dólares”, para o Governo brasileiro, aprofundando os testes do programa Um Computador com Aluno em escolas públicas.Os laptops educacionais chegaram ao Porto de Santos em outubro e, segundo o cronograma do Governo, deveriam ser liberados pela Receita Federal e encaminhados aos colégios escolhidos nesta quarta-feira (9/12)
Com os equipamentos, o número de colégios públicos testando o XO dobra: desde 2007, duas escolas – uma em Porto Alegre e outra em São Paulo – usavam o laptop educacional em suas atividades pedagógicas.
O IDG Now! apurou que, além da Escola Estadual Luciana de Abreu, em Porto Alegre, e a Escola Municipal de Ensino Fundamental Ernani Silva Bruno, em São Paulo, os laptops serão distribuídos para colégios no Rio de Janeiro e em Florianópolis.
Cada escola vai receber 520 laptops educacionais, segundo o Governo.
Antigo responsável pelas operações da OLPC no Brasil, David Cavallo afirma que a nova doação decorre do compromisso da organização com o Brasil, primeiro país a receber os protótipos funcionais do laptop.
Segundo Cavallo, atualmente coordenando a implementação de 110 mil XOs em Uganda, a OLPC queria ter certeza que professores e alunos brasileiros poderiam estudar e trabalhar com “máquinas reais, finalizadas”.
As máquinas disponíveis para os testes no colégio paulista e gaúcho ainda eram protótipos, segundo Cavallo. Os notebooks enviados ao Brasil são a versão final do XO, com defeitos de softwares e hardware corrigidos pela OLPC.
Os notebooks que já vinham sendo usados no colégio Luciana Abreu serão utilizados no programa Educação Jovens e Adultos (EJA), voltado à alfabetização de adultos, segundo a pedagoga Lea Fagundes, responsável por coordenar os testes.
Fonte: IDG Now!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Google planeja oferta de set-top box com sistema Android
Aparelho permitirá busca por vídeos do YouTube e da operadora de TV por assinatura; Dish Networks é primeira parceira do projeto.
O Google trabalha com a Dish Network para oferecer uma set-top box equipada com o sistema operacional Android, informou o Wall Street Journal. A caixa deverá ser controlada por teclado e servirá vídeos do YouTube diretamente ao aparelho de TV.
A parceria entre o Google e a Dish Networks vai permitir aos usuários da set-top box pesquisar conteúdo em vídeo tanto da Dish como do YouTube, além de personalizar playlists de vídeo, afirmaram fontes ligadas à empresa.
O Google tem testado o serviço de set-top box desde o ano passado, afirma o jornal, mas apenas um pequeno contingente de funcionários das empresas tiveram acesso a ele.
O Wall Street Journal ressalta que o projeto pode não ver a luz do dia e corre o risco de ser descartado a qualquer tempo.
Anúncios na TV
Ao trabalhar com o Dish - e seus 14 milhões de assinantes -, o Google tem uma chance de explorar seu negócio de anúncios para TV, além de poder exibir vídeos do YouTube nas salas de estar das pessoas. Mas o jornal afirma que os planos do Google são ainda mais ambiciosos.
O Google tem sondado diversos outros provedores de serviços de TV e fabricantes de hardware, pedindo que usem seu sistema operacional Android para oferecer mais opções de programação e de anúncios personalizados. Até o momento, não se sabe se outras empresas além da Dish aceitaram a proposta.
Também não está claro como os anúncios do Google seriam exibidos na tela, nem se tal modelo publicitário poderia subsidiar o preço da set-top box.
Rivais do Google, como Microsoft e Apple, tem tentado há tempos penetrar no mercado de TV com seus próprios produtos conectados à internet, como o Windows Media Center e o Apple TV.
A TiVo também lançou, na semana passada, uma set-top box pronta para a web, que tratá conteúdo streaming da internet, via TV a cabo, para os aparelhos domésticos.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Acesso à internet por dispositivos móveis cresce 148% em um ano
Relatório da Quantcast ressalta que os aparelhos portáteis, como smartphones, ainda representam menos de 1% do total de visitas à web.
O total de acessos à internet por meio de dispositivos móveis cresceu 148% em 2009, aponta relatório da empresa de pesquisas Quantcast divulgado na terça-feira (5/1). No entanto, sua participação no total de acessos ainda é pequena e corresponde a menos de 1%.
A pesquisa foi elaborada com base na observação, pela Quantcast, do volume de “eventos de consumo da web”, que atualmente chega a 7,5 bilhões por dia, e compara dados de dezembro de 2009 com números obtidos no mesmo período de 2008.
Os resultados mostram que o crescimento da web móvel nos EUA, de 110%, foi mais lenta que a detectada quando se consideram os dados globais. No entanto, a participação dos aparelhos móveis no total de acessos é maior: 1,26%, ante 0,99% no mundo.
Apesar de o uso da web móvel crescer em todo o mundo, a Quantcast detectou que a curva de adesão à web móvel é bem menos acentuada na América do Sul, onde o porcentual de acessos móveis não supera 0,2% do total. Na Ásia esse número é de 0,4% e, na África, de quase 0,8%.
Em relação a marcas, nos EUA, o Android superou o BlackBerry como canal de acesso móvel à web. O Motorola Droid, que usa Android, foi o aparelho que mais se destacou, aumentando em dez vezes a penetração da marca no número de acessos à web móvel.
A maioria dos acessos continua sendo feita por meio de aparelhos da Apple, que domina fatias semelhantes na América do Norte (65%) e na América do Sul (69%). A diferença entre as duas regiões está no segundo lugar que, no Norte, é da HTC (8%) e, no Sul, da Nokia (16%).